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Emigração de 2001 a 2014



Gráfico que mostra a evolução da emigração de 2001 a 2014 em Portugal. É possível observar o ritmo de crescimento durante o período troika iniciado em 2011. De acordo com dados do Observatório da Emigração o pico foi atingido em 2013 com 110 mil pessoas (cerca de 1% da população) a emigrarem para fora do país. Mas em 2014 o número manteve-se (pode ser revisto em alta). Os países de preferência deixaram de ser Angola, Moçambique, Luxemburgo e Brasil, passando para Dinamarca, Espanha ou o Reino Unido.

Para se encontrarem valores tão altos como nos últimos dois anos é necessário recuar aos anos 60 e 70. Se a taxa de desemprego cai, fruto de vários factores como a emigração, o número de empregos criados também baixou. O que leva a crer que o crescimento da economia portuguesa em 2013 e 2014 não resultou na criação de novos empregos.

Risco de pobreza em Portugal aumentou em 2013

Dados divulgados pelo INE mostram que o risco de pobreza aumentou em 2013 e já afeta quase dois milhões de portugueses, o que representa 19,5% da população nacional. Em 2012 o valor fixou-se nos 18,7%. Tudo fruto das políticas de austeridade que penalizaram as famílias portuguesas e a classe média com os cortes efectuados nas pensões, salários e subsídios.

O risco aumentou na população mais jovem devido às perspectivas de emprego serem escassas. Com o cenário de crise a tendência é haver menos casamentos e, consequentemente, menos filhos. O risco de pobreza acaba por afectar a taxa de natalidade. Em 2013 a população portuguesa estava estimada em 10.427.301 de indivíduos, ou seja menos do que em 2012, mais velha e mais pobre com o risco de pobreza a aumentar.

Se entre 1995 e 2010 a população cresceu à custa de imigrantes, durante o período troika o cenário inverteu-se. Há mais portugueses a saír do que a entrar.

Número de nascimentos de portugueses entre 2009 e 2014



Portugal regista a taxa de natalidade mais baixa da UE e, em sentido contrário, a mais alta taxa de emigração. O período entre 2009 e 2014, após o início da crise financeira e principalmente durante a fase troika, veio agravar ainda mais os números. Veja o número de registos de bebés portugueses por países estrangeiros (com ou sem dupla nacionalidade) durante o período de 2009 e 2014. A França continua no top.

França 42.921
Reino Unido 17.171
Suíça 14.815
Alemanha 12.064
Luxemburgo 4.191
Espanha 2.292
Brasil 1.232
Noruega 166
Suécia 141
Dinamarca 66

Emigração durante o período troika já supera a vaga dos anos 60

Portugal é hoje o país da UE com a taxa mais alta de emigração. Desde o resgate já foi batido o recorde de saídas, superando a vaga dos anos 60 onde inúmeras famílias tiveram de sair do país, com destino a França.

A Inglaterra é, actualmente, o destino favorito dos emigrantes portugueses com um aumento homólogo de 47% em 2014. E a maioria dos emigrantes tem uma idade entre 20 e 39 anos, ou seja população jovem que não encontra emprego em Portugal.
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