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Sorteio do fisco vai passar a oferecer certificados de aforro

O sorteio da factura da sorte vai passar a oferecer certificados de aforro em vez de Audi's. O valor será idêntico ao do automóvel, ou seja 40 mil euros. Tem a vantagem de não se desvalorizar como o automóvel e pode ainda capitalizar. O único inconveniente é o facto de a taxa euribor estar baixa. Há sempre a possibilidade de se levantar os certificados e convertê-los em capital.

A alteração irá ocorrer em Abril de 2016, e até lá mantém-se o sorteio de Audi's. Esta alteração é mais pedagógica e incentiva o espírito de poupança. Um casal felizardo contemplado pode não ter capacidade para manter a viatura enquanto que os certificados não apresentam encargos.

Poupanças dos portugueses no 2ºS 2015



Onde aplicam os portugueses as suas poupanças? Os depósitos a prazo continuam a ser o produto preferido dos portugueses.

Depósitos tradicionais 137.756 milhões €, 48,62%
Gestão individual de activos 55.467 milhões €, 19,58%
Seguros vida e PPR 30.001 milhões €, 10,59%
Fundos de pensões 17.895 milhões €, 6,22%
Certificados aforro 12.696 milhões €, 4,48%
Fundos mobiliários 11.599 milhões €, 4,09%
Fundos imobiliários 10.994 milhões €, 3,88%
Certificados de tesouro 6.922 milhões €, 2,44%
TOTAL 283.300 milhões €

Governo vai alterar taxas dos certificados do Estado

O Governo vai alterar em Fevereiro a taxa dos produtos de poupança disponibilizados pelo IGCP - certificados de aforro (CA) e certificados do tesouro poupança mais (CTPM). Trata-se de uma correcção que reflecte uma maior abertura do mercado para investir em dívida do Estado a taxas de juro mais favoráveis e uma menor dependência interna.

No entanto a medida só terá efeito nas subscrições que sejam feitas a partir de Fevereiro, ou seja até lá ainda é possível subscrever CA e CTPM com as taxas actuais. Desde 2012 que as condições dos CA foram melhoradas para captar mais poupanças nacionais, no entanto com as sucessivas quedas da taxa de juro que o Estado vê mais vantagem em financiar-se nos mercados.

Poupanças dos portugueses em Setembro 2014



Os depósitos são o produto preferido dos portugueses, mas os certificados do estado continuam a recuperar terreno. Os fundos saíram um bocado "chamuscados" depois da crise do BES/GES. Com os bancos a oferecerem taxas de juro baixas, os portugueses regressaram em força ao mercado de acções.

Evolução do investimento em dívida pública por particulares de 2008 a 2013



Em 2008 a percentagem de dívida pública detida por particulares era de 15,1% através dos tradicionais certificados de aforro. O valor investido nessa altura era de 17.400 milhões de euroa. Mas a partir de 2010 a percentagem tem vindo a diminuir para os 5,4%. O valor actual é de 11.300 milhões de euros. A queda iniciada em 2010 nos certificados de aforro explica-se com a alteração da taxa de juro aplicada pelo governo de José Sócrates e com a crise financeira.

Nessa altura foram lançados os certificados de tesouro com taxas de juro acima de 7%. Este produto não tem registado fugas de investidores devido ao bom retorno que oferecem. Este ano o governo de Passos Coelho decidiu subir a taxa de juro dos certificados de aforro para um valor mínimo devido ao facto da taxa euribor se encontrar baixa. Com isto conseguiu-se evitar mais fugas. E o facto é que o saldo entre saídas e entradas de certificados de aforro já é positivo.

Em 2013 começa-se a verificar uma inversão na descida dado que as taxas de juros oferecida pelos bancos nos tradicionais depósitos é inferior aos certificados de aforro. O governo de Passos Coelho lançou este ano os certificados de tesouro poupança mais para colmatar o vazio deixado após a extinção dos certificados de tesouro. O intuito é aumentar o financiamento do estado junto dos particulares e diminuir a dependência dos mercados.
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