Dados e fundamentos económicos relevantes da semana:
Portugal
▼ Ecofin aprova aplicação de sanções a Portugal e Espanha. Permanece o impasse.
▼ Produção industrial em Portugal regista terceira maior queda na UE.
Análise económica semanal 10 Junho 2016
Dados e fundamentos económicos relevantes da semana:
Portugal
▼ Banco de Portugal revê em baixa crescimento do PIB para os próximos anos: 2016 (recua para 1.3%) , 2017 (recua para 1.6%) e 2018 (recua para 1.5%)
► Portugal apresentou um crescimento modesto no 1ºT comparativamente com outros países da Zona Euro
► Segundo o INE a taxa de inflacção homóloga no mês de Maio sobiu 0.3% mas desacelerou face aos 0.5% de anterior mês. A tendência de descida mantém-se com a aproximação dos 0%. Preços da restauração, hotelaria e habitação continuaram a subir enquanto os preços de alimentos, transportes e roupa caíram

Portugal
▼ Banco de Portugal revê em baixa crescimento do PIB para os próximos anos: 2016 (recua para 1.3%) , 2017 (recua para 1.6%) e 2018 (recua para 1.5%)
► Portugal apresentou um crescimento modesto no 1ºT comparativamente com outros países da Zona Euro
► Segundo o INE a taxa de inflacção homóloga no mês de Maio sobiu 0.3% mas desacelerou face aos 0.5% de anterior mês. A tendência de descida mantém-se com a aproximação dos 0%. Preços da restauração, hotelaria e habitação continuaram a subir enquanto os preços de alimentos, transportes e roupa caíram

Internacional
▼ Exportações da China caem 4% em termos homólogos no mês de Maio, tornando cada vez mais evidente a desaceleração da economia chinesa
▲ Confiança dos investidores sobe na Zona Euro
▲ PIB da Zona Euro no 1ºT sobe 0,6% em cadeia e 1,7% em termos homólogos. Apesar dos estímulos do BCE e do petróleo barato o crescimento é modesto. Melhores performances em cadeia na Europa: Roménia (1,6%), Chipre (0,9%), Espanha, Lituânia, Áustria e Eslováquia (0,8%), Bulgária e Alemanha (0,7%). Piores performances: Hungria (-0,8%), Grécia (-0,5%), Polónia (-0,1%), Estónia (0%), Letónia (0,1%), Bélgica e Portugal (0,2%)
Próximas datas relevantes
14 a 15 Junho - reunião da FED com possível nova subida da taxa de juro, que pode ter implicações na moeda chinesa e nos mercados emergentes. Yellen, presidente da FED, deu alguns sinais de que a próxima subida poderá não ocorrer já em Junho
23 Junho - referendo no Reino Unido sobre o "Brexit" pode provocar turbulência nos mercados financeiros e afectar a economia da Zona Euro
Análise económica e performance semanal 3 Junho 2016
Dados e fundamentos económicos relevantes da semana:
Portugal
▼ OCDE revê em baixa PIB de Portugal em 2016 para 1,2% (valor mais baixo de várias instituições internacionais)
► Taxa de desemprego estabiliza em Maio
► PIB 1ºT com ligeira revisão em alta na 2ª estimativa
▲ Confiança dos consumidores recupera em Maio
▼ Confiança empresários diminui em Maio
Portugal
▼ OCDE revê em baixa PIB de Portugal em 2016 para 1,2% (valor mais baixo de várias instituições internacionais)
► Taxa de desemprego estabiliza em Maio
► PIB 1ºT com ligeira revisão em alta na 2ª estimativa
▲ Confiança dos consumidores recupera em Maio
▼ Confiança empresários diminui em Maio
Internacional
▲ Indicadores económicos melhoram em Maio na Zona Euro
► Taxa de desemprego estabiliza em Maio na Zona Euro
► Taxa de inflação da Zona Euro melhora mas continua em terreno negativo (-0.1%)
▼ Vendas da Volkswagen caem mais de 80% no 1ºT de 2016 comparativamente com mesmo período homólogo, sinalizando abrandamente de encomendas do mercado chinês
▼ Índice PMI da indústria na China cai novamente em Maio para valor abaixo de 50, sinalizando retracção económica e possivelmente uma aterragem mais forte da economia chinesa
► Índice PMI da indústria na Zona Euro recua ligeiramente em Maio e o índice compósito mantém-se estável
▼ Índice PMI de output da indústria dos EUA cai pela primeira vez desde Setembro de 2008 abaixo de 50, sinalizando retracção económica

► Reunião do BCE sem novidades para o mercado, mantendo-se a política definida na última reunião
▼ Reunião da OPEP volta a falhar um acordo sobre estabilização do petróleo e do volume de produção
▲ Taxa de desemprego nos EUA recua em Maio
PSI20 performance semanal: -3.75% performance anual: -10.13% cotação: 4.775
Próximas datas relevantes
14 a 15 Junho - reunião da FED com possível nova subida da taxa de juro, que pode ter implicações na moeda chinesa e nos mercados emergentes
23 Junho - referendo no Reino Unido sobre o "Brexit" pode provocar turbulência nos mercados financeiros e afectar a economia da Zona Euro
Previsões de Primavera da CE com análise em baixa para a economia na ZE
A Comissão Europeia reviu em baixa previsões de crescimento para a Zona Euro. A retoma económica na Zona Euro está a ser mais lenta. O PIB na ZE cresceu 1,7% em 2015 e a revisão em baixa sinaliza um abrandamento para este ano em termos homólogos.
Anteriores previsões
2016: 1,7%
2017: 1,9%
Novas previsões
2016: 1,6% (corresponde a um abrandamento face ao período homólogo)
2017: 1,8%
Na nota de análise a CE alerta para "riscos consideráveis" no horizonte e admite que esta nova análise é algo optimista o que pode implicar nova revisão em baixa. Os riscos assinalados prendem-se com factores como:
• abrandamento do crescimento dos mercados emergentes, em particular da China;
• tensões geopolíticas;
• instabilidade dos mercados financeiros pode travar o desempenho da economia europeia;
• mudanças abruptas nos preços do petróleo;
• riscos consideráveis relacionados com a evolução da situação interna da UE, como por exemplo aqueles associados ao ritmo da implementação das reformas estruturais e a incerteza em torno do referendo sobre a manutenção do Reino Unido na União;
• os efeitos dos estímulos do BCE podem começar a esbater-se, à medida que os preços do petróleo voltem a aumentar.
Anteriores previsões
2016: 1,7%
2017: 1,9%
Novas previsões
2016: 1,6% (corresponde a um abrandamento face ao período homólogo)
2017: 1,8%
Na nota de análise a CE alerta para "riscos consideráveis" no horizonte e admite que esta nova análise é algo optimista o que pode implicar nova revisão em baixa. Os riscos assinalados prendem-se com factores como:
• abrandamento do crescimento dos mercados emergentes, em particular da China;
• tensões geopolíticas;
• instabilidade dos mercados financeiros pode travar o desempenho da economia europeia;
• mudanças abruptas nos preços do petróleo;
• riscos consideráveis relacionados com a evolução da situação interna da UE, como por exemplo aqueles associados ao ritmo da implementação das reformas estruturais e a incerteza em torno do referendo sobre a manutenção do Reino Unido na União;
• os efeitos dos estímulos do BCE podem começar a esbater-se, à medida que os preços do petróleo voltem a aumentar.
Barómetro análise fundamental, Set 2015
| Geral | |
| ● | Questões de cibersegurança |
| ● | Queda do preço do petróleo veio mexer com a economia global. Pode fazer aumentar o PIB de alguns países e potenciar o seu crescimento mas leva outras economias a entrar em recessão |
| ● | Há mesmo quem antecipe que existem 55% de hipótese de risco de recessão económica global em 2016 e 2017 devido à queda dos preços das matérias primas. Os estímulos dos bancos centrais com juros próximos do zero são impotentes para travar o abrandamento da economia global |
| Macro | |
| Zona Euro & Europa | |
| ● | Questão da Grécia não está totalmente resolvida mesmo com 3º resgate. O fantasma do Grexit ainda existe. Eleições na Grécia em Setembro, Bruxelas lançou aviso à Grécia de que se o programa austeridade não for mantido pelo próximo governo o Grexit será a consequência provável. |
| ▼ | A chegada maciça de refugiados vindos do médio oriente à ZE são um risco para a Europa devido à presença de potenciais terroristas na sociedade europeia |
| ● | Eleições em 2015 em Espanha e Portugal |
| ● | Eleições em 2015 no Reino Unido |
| ● | Referendo Reino Unido sobre a permanência na União Europeia pode ser antecipado para antes 2017 |
| ▲ | PIB e produção industrial de países na ZE com aumento devido à queda do petróleo, ao Euro mais fraco e ao programa do BCE |
| ● | Risco de deflação na ZE mesmo com o QE de Draghi. Os estímulos do BCE parecem impotentes para travar taxa de inflação importada (petróleo e matérias primas em baixo) |
| ● | Guerra de divisas provocada pelos bancos centrais de todo o mundo |
| ▲ | PIB da Alemanha e Espanha aumentam no 4T 2014, os maiores importadores de Portugal |
| ▼ | Quebra da economia chinesa põe em risco exportações da ZE |
| ● | Conflito geopolítico entre Ucrânia e Rússia abrandou mas persiste o fantasma |
| ● | Défices de França e Itália em risco de incumprimento das metas de Bruxelas |
| ● | Índice de volatilidade Eurostox em alta |
| EUA | |
| ● | FED acabou com os estímulos e com o QE e vai anunciar o início da subida dos juros em 2015 |
| ▲ | Economia dos EUA continua a crescer e a taxa de desemprego a recuar |
| África | |
| ▼ | Queda do preço do petróleo provocada pelo petróleo de xisto dos EUA, pela guerra de preços na OPEP e pela queda da procura pela China coloca em risco a estabilidade das petroeconomias (Angola) |
| Médio Oriente | |
| ▼ | Conflitos no médio oriente e no Islão. O terrorismo do Estado Islâmico |
| ▼ | Os habitantes de países em guerra estão a fugir para a Europa, incentivados por traficantes humanos que, a troco de muito dinheiro prometem levá-los para a Europa |
| ● | Negociações sobre o programa nuclear do Irão |
| Rússia | |
| ▼ | Rússia será uma das economias mais penalizadas em 2015 com a queda do petróleo e o embargo económico |
| ▼ | Rússia vê a entrada de mais um país da ex-URSS na ZE, a Lituânia |
| Ásia & Oriente | |
| ▼ | Índice PMI da China dá o alerta da queda da economia chinesa. Menos crescimento, menos consumo. Bolsa chinesa em queda |
| ● | Disputas geopolíticas entre China e Japão |
| ● | Japão sai de recessão técnica ligeira |
| ● | Conflitos entre a Índia e o Paquistão |
| Brics | |
| ▼ | China mostra sinais de fadiga e a queda do preço do petróleo está a contaminar os preços das matérias primas. Brasil está a ser afectado |
| Commodities | |
| ▼ | Mercado das matérias primas em queda, a influenciar outros mercados e economias que exportam estes produtos |
| ▼ | Goldman Sachs avisa que em 2016 o petróleo pode baixar para 20$ |
| Micro | |
| ● | Impacto na economia da falência do GES e a diminuição de crédito às PME's, que era feito pelo BES |
| ▲ | Balança comercial melhora ligeiramente |
| ● | Banco de Portugal desvenda o mistério da descida do desemprego, com base em estágios |
| ▲ | Resultados empresas do PSI20 com subida global dos lucros |
| ▼ | Seca afecta sectores da agricultura e energia |
| ▼ | Embargo na Rússia prejudica exportações nacionais para a Rússia |
| ▼ | Queda do preço do petróleo faz diminuir exportações para Angola |
| ▼ | Empresas com mercado em petroeconomias com potencial de diminuição nos resultados e no volume negócios |
| ● | Eleições legislativas em Out 2015 |
| ▲ | Baixa das yelds favorece o financiamento do estado e das empresas com juros mais baixos, tendo sido antecipado o reembolso ao FMI |
| ▲ | Projecções do PIB nacional melhoram |
| ● | Dúvidas acerca do cumprimento das metas do défice em Portugal |
| Banca | |
| ● | falta saber o resultado dos testes de stress ao Novo Banco |
| ▲ | break-even do sector bancário em 2015 depois de anos a limpar balanços negativos |
| ▼ | fundo de resolução da capitalização do Novo Banco com potencial impacto negativo de 850 milh. para CGD, 580 milh. para BCP e 300 mil.h para BPI |
| ● | risco de indemnização a obrigacionistas subordinados do BES e papel comercial do GES pelo fundo de resolução - CGD, BCP, BPI, Estado - ou pelo futuro dono do Novo Banco (BPI ou Santander?). São 500 milhões |
| ● | risco de imparidades com exposições ao GES - CGD, Montepio, BCP |
| ● | taxa euribor negativa nos prazos mais curtos pressiona crédito da banca |
| ▼ | Contas do Novo Banco continuam a mostrar resultados negativos |
| ▼ | BCE considera exposição a Angola como um activo tóxico o que penaliza os rácios de BPI e BCP |
| ▼ | crédito malparado continua a atingir recordes sucessivos |


ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Dados e fundamentos económicos relevantes da semana:
A Comissão Europeia reviu em baixa previsões de crescimento para a Zona Euro. A retoma económica na Zona Euro está a ser mais lenta. O PIB na ZE cresceu 1,7% em 2015 e a revisão em baixa sinaliza um abrandamento para este ano em termos homólogos.


