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Goldman Sachs e Trump pessimistas para o mercado accionista



A Goldman Sachs está pessimista para o mercado de acções nos próximos 3 meses. O banco refere que nos próximos meses as acções europeias poderão recuar 3%.
O indicador usado pelo banco de investimento para medir o apetite por activos de risco está em ponto de viragem por isso conclui que pode haver pressão no curto prazo.

A recomendação para a compra de acções dada pela Goldman Sachs foi revista em baixa. A estimativa é de queda global de 8,8% no mercado global. Japão pode recuar 8,7%, Estados Unidos 9,7% e Europa 11,3%. O índice industrial PMI da China caiu para zona de recessão o que coloca pressão no crescimento da 2ª maior economia. Já os índices americanos andam a tocar em máximos históricos.

Acções do BES despedem-se definitivamente da bolsa nacional

Desde o colapso do BES, em 2014, que as acções do banco de Salgado estavam suspensas. Mas agora a CMVM decidiu por ponto final à suspensão e excluiu de vez as acções de serem negociadas no índice nacional PSI20. Quem ainda acalentava alguma esperança de um dia poder voltar a negociá-las para tentar recuperar algum capital, o melhor é esquecer e fazer contas às perdas. 1 de Fevereiro de 2016 fica marcado na história do mercado de acções português como um dia negro para os investidores nacionais e estrangeiros, o que pode fazer diminuir o interesse estrangeiro na bolsa portuguesa.

Os accionistas do BES (agora banco mau) ficaram de vez sem poderem negociar as ações em bolsa e aqui incluem-se tanto pequenos como grandes accionistas, vulgo "tubarões". A única solução para recuperar (algum) do capital será recorrer aos tribunais sobre o processo de resolução ou esperar que o banco mau detenha algum património no fim do processo de liquidação. Para além das acções, também estão em causa títulos de dívida ligadas ao BES.

Casos BES e Banif atingem de forma indirecta fundos de acções nacionais

Em Novembro de 2015 os fundos de acções nacionais estavam a perder 60 milhões desde o mês de Agosto de 2014, ou seja há 14 meses seguidos. E representa um quinto do capital que detinham. O último mês de 2015 também não foi famoso para as bolsas, pelo que estima-se que os mesmos fundo registam saídas de capital há 15 meses.

Ou seja desde Julho de 2014, há mais de um ano, que o valor de subscrições é inferior ao resgate nos fundos de acções nacionais, isto mesmo apesar de o PSI20 ter registado uma subida de 11% em 2015. Os casos BES, ESFG e Banif acabaram por abalar a confiança dos investidores nacionais que se afastaram deste produto de risco. Agosto de 2014 foi o momento em que se iniciou a fuga de capital dos fundos de acções nacionais, precisamente o mesmo período em que as ações do BES e da ESFG foram excluídas da negociação em bolsa, após a resolução do BES. O recente caso do Banif veio extremar ainda mais a situação.

Autoridades chinesas com visão distorcida do mercado bolsista

Só mesmo na China, é o que dá vontade de dizer. O Partido Comunista e o Banco da China têm incentivado a classe média a investir na bolsa. A recente correcção de 30% gerou ondas de contestação do governo chinês, a suspeitar de manipulação na bolsa. Algum fantasma terá irritado o dragão?

Várias medidas foram tomadas para tentar acalmar as quedas. O Banco da China injectou milhões na aquisição de títulos e algumas cotadas foram suspensas. O feitiço parece estar a voltar-se contra o feiticeiro. A ideia fomentada pelo Partido Comunista está a gerar indignação.

Ou seja se as quedas continuarem os chineses vão revoltar-se contra o próprio governo que perderá credibilidade. A liberalização dos mercados bolsistas na China mostra que os pequenos investidores desconhecem ainda o funcionamento das bolsas.

Será que o governo chinês pensa que a bolsa só tem um único sentido? Será que o governo chinês desconhece os momentos de alívio das bolsas? O governo chinês lançou reformas que passam por confiar nas potencialidades do funcionamento de mercado, na sua capacidade para tomar melhores decisões sobre onde colocar o dinheiro.

No entanto confiar cegamente nas bolsas e nos mercados é errado. A volatilidade existe sempre nas bolsas. As autoridades chinesas facilitaram a obtenção de crédito para a compra de acções e forçaram as maiores instituições financeiras chinesas a unirem-se para segurar o mercado até que ele volte aos 4500 pontos.

Mas porque caiu a bolsa chinesa? Existe a explicação técnica que mostra que os indicadores atingiram a sobrecompra em todos os tempos. As autoridades chinesas não conseguem compreender esta parte técnica e procuram todas as justificações possíveis.

Um investidor que tenha entrado na bolsa chinesa em 2013 ou 2014 pode ter decidido fazer mais valias ao ver os indicadores a começarem a atingir a saturação. E foi o que fizeram muitos investidores.

Isto mostra uma certa imaturidade do chineses e dos seus governantes em lidar com a volatilidade dos mercados accionistas, fazendo lembrar a grande depressão que aconteceu nos EUA onde muitos investidores colocaram (erradamente) todo as poupanças em ações e de um dia para o outro sucedeu o crash da bolsa.

Déjá-vu da grande depressão americana?

A bolha já rebentou uma vez nos EUA e será que a história se repete na China? Muitos investidores tornaram-se milionários com a recente subida da bolsa chinesa. Depois de o mercado imobiliário ter deixado de crescer de forma exuberante, a bolsa tornou-se uma atracção para os chineses.

O próprio Partido Comunista fez previsões bastante optimistas sobre a evolução dos mercados bolsitas na China e fomentou o investimento neste produto de risco. Algo que se pode virar agora contra como um boomerang. Se o crash acontecer é previsível uma onda de contestação social contra o partido em que sempre confiaram, que deu maus conselhos de investimento.

O governo chinês vai fazer tudo para não deixar cair a bolsa chinesa para não perder popularidade, mas o crash está ao virar da esquina. Um governo a segurar uma bolsa? Uma situação nunca vista, por exemplo, em Portugal. Se o partido comunista português souber desta história...

Bolsa chinesa corrige depois de subida enorme

A bolsa chinesa corrige 30% depois de uma subida enorme de oito meses. Estamos perante a explosão de uma bolha especulativa? Talvez. Mas também pode ser um aliviar. O regulador de mercado chinês tomou algumas medidas (infrutíferas) para evitar a continuação da queda. O mercado global pode estar a ser afectado pelo caso Grexit (ou Grimbo), mas também por alguns sinais da economia chinesa.

A ideia de dejavu do crash de 1929 nos EUA pode ter assustado os investidores. O que é certo é que o impasse na Grécia veio refrear os ânimos nos mercados bolsistas, tanto na Europa, nos EUA como na Ásia. Recorde-se que a bolsa de Atenas está fechada há uma semana, tal como os bancos helénicos. A queda abrupta na China veio retirar (bastante) capital do mercado. As small-cap foram as cotadas mais prejudicadas com a correção.

Estarão os mercados a antecipar um cenário de necessidade da economia chinesa proceder a reformas estruturais ou medidades de estímulo por parte do Bank of China? Um QE chinês é necessário?

Poupanças dos portugueses em Setembro 2014



Os depósitos são o produto preferido dos portugueses, mas os certificados do estado continuam a recuperar terreno. Os fundos saíram um bocado "chamuscados" depois da crise do BES/GES. Com os bancos a oferecerem taxas de juro baixas, os portugueses regressaram em força ao mercado de acções.
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