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Fim do bullmarket nos EUA?



As bolsas americanas andaram a reboque da FED? Se sim então é inevitável o rebentar de uma bolha. A política de estímulos da FED pode ter alimentado uma excessiva confiança nos mercados. O ciclo de bullmarket vivido de 2009 a 2015 apenas interrompeu um período secular de bearmarket que poderá ser novamente retomado. Caso a economia não tenha autonomia suficiente para "voar" sem as asas da FED então será mesmo inevitável uma forte correcção.

Quanto à análise técnica é fácil constatar o cruzamento negativo da MA10 com a MA20 no gráfico mensal.

Petróleo a caminho dos 20$?



O preço do petróleo tem vindo a cair e quebrou em baixa os 40$. A Goldman Sachs prevê que em 2016 o petróleo possa mesmo baixar para os 20$. No gráfico mensal é possível ver o sentido descendente da MA20 inalterado. A cotação continua a dar sinais de fraqueza e enquanto isso a Banda de Bolinger inferior anda precisamente ... nos 20$.

O preço do petróleo tem impacto directo no valor das commodities e afecta, indirectamente, o preço dos produtos transformados. As medidas de Draghi, que foram revistas, podem não surtir o efeito desejado na tentativa de inversão da taxa de inflacção.

PSI20 inverte tendência de curto prazo (13 Nov 2015)



O PSI20 fez uma vela feia no gráfico semanal influenciado, em parte, pelo cenário de incerteza política que se vive no país. A tendência de subida das últimas seis semanas mostra que se pode tratar de um ressalto prolongado já que esbarrou na MA20 e reagiu negativamente.

A tendência de descida da MA20 mantém-se e o swing ainda não se vislumbrou. Neste caso o ressalto prolongado mostra uma rasteira de médio e longo prazo onde os indicadores pareciam mostrar subida nos gráficos semanal e mensal, mas cheio de gaps. Cenário desfeito. Irá o PSI20 testar novamente a zona dos 5.000 pontos?

Principais índices em retracção no gráfico mensal

Os gráficos mensais dos índices Dow Jones (EUA), Dax (Alemanha) e Shangai (China) indicam correcção no mensal. A questão é mesmo se isto não será mais do que uma simples correção. O arrefecimento dos brics, principalmente da China, o receio da FED em subir a taxa de juro, e a lenta recuperação da Zona Euro mostram que a economia mundial não está a avançar como se desejava. A baixa taxa de inflacção nos EUA e ZE são um sintoma da falta de crescimento sustentado.

PSI20 a fazer um death cross?



As médias móveis inverteram-se no gráfico diário, fazendo um death cross. Maus sinal? Aguardar.

"The big no" de Tsipras promete aquecer os mercados



Estarão os mercados a reagir ao impasse na Grécia com uma correção prolongada? O índice de volatilidade VIX (na imagem), que funciona ao contrário das bolsas, tem vindo a subir mantendo a LT ascendente, o que mostra o sobreaquecimento dos índices bolsistas europeus.

Draghi na última conferência referiu que um eventual default da Grécia é o mesmo que entrar em "águas desconhecidas" com consequências difíceis de prever para a Zona Euro (ZE). Nunca um país da ZE entrou em incumprimento. Os mercados têm-se mostrado nervosos com os juros da dívida a subirem há semanas.

A forma como o Chipre foi resgatado em 2013, com um barco carregado de notas a atracar na ilha, mostra um certo arcaísmo do BCE nesta matéria. Por isso há uma certa incerteza no que irá ocorrer à Grécia caso fique sem liquidez e sem forma de assumir os seus compromissos. A corrida aos bancos gregos pode acontecer por isso o ideal seria restringir o movimento de capitais para evitar que os bancos helénicos fiquem com os rácios baixos. Os ratings da dívida grega estão todos abaixo de "lixo" o que colocou a Grécia de fora do QE do BCE. Financiar-se nos mercados está fora de questão à Grécia.

Isto é apenas um ponto. Depois existe outro cenário: o Grexit. As consequências de uma hipotética saída da Grécia da Zona Euro também são imprevisíveis, para além de que não existe legislação que preveja a situação e colocaria a Zona económica e o Euro em situação de fragilidade. Nunca um cenário de saída de um membro da ZE foi colocado em cima da mesa. Se calhar o regresso ao dracma é a melhor forma da economia grega voltar a recuperar.

Tsipras irá assumir a responsabilidade de dizer "the big no" ao programa dos credores e os cenários futuros terão de ser delineados por BCE, CE e ... Alemanha. A criação de dois tipos de Euro não parece que resolva o problema. Num outro plano a Rússia de Putin vai observando o desenlace da situação já que a Grécia pode jogar com o trunfo da NATO junto dos credores ... americanos. Outra razão para as bolsas americanas se sentirem nervosas.

EMA200 ou MA200, qual escolher?



A MA200 (moving average, simple moving average ou smooth moving average) é uma das médias móveis mais analisadas no mercado de acções. É também uma média móvel para quem pretende seguir posições mais longas.

No entanto existe uma média móvel denominada EMA200 (exponencial moving average) que é mais rápida a responder face a um movimento de subida ou descida.

EMA200

Prós: rápida a reagir ao preço e reage bem às subidas.

Contras: grande susceptibilidade para falsos breakouts mostrando um trend que pode não existir. É mais rápida mas pode dar falsos sinais e ser demasiado agitada.


MA200

Prós: movimento com uma linha mais suavizada evitando falsos breakouts.

Contras: pode não sinalizar um trend tão rapidamente como a EMA200 por ter um movimento mais lento, evitando uma oportunidade de negócio.


Portanto qual das duas escolher? O ideal é seguir as duas em vez de escolher uma para evitar precalços e não perder oportunidades. Existem ligeiras diferenças entre ambas, no entanto quando existe um movimento ascendente e a MA20 sobe acima da MA200 é sinal de força. Neste caso a MA20 funciona como suporte.

E quando existe um movimento descendente com a MA20 abaixo da MA200 é sinal de fraqueza tornando-se a MA20 em resistência. A EMA200 tem um comportamento mais rápido mas tem algumas desvantagens.

Por outro lado quando uma cotada ou índice entra em fase de longo bull a EMA200 sobe acima da MA200. Pelo inverso em fase de bear (com possíveis períodos de alívio pelo meio) a EMA200 permanece abaixo da MA200. A inversão das médias móveis é um ponto fulcral.

PSI20 a demonstrar grande fôlego no gráfico semanal



O gráfico semanal do PSI20 tem demonstrado uma grande força com 10 semanas seguidas quase só com velas verdes e a LTA apresenta uma inclinação de 45º, superior aos 28º evidenciados durante o período de bull de 2013 até inícios de 2014.

A inclinação de 45º pode dar balanço suficiente para fazer algo que já não sucede há muitos anos no PSI20: colocar a EMA200 acima da SMA200, o pronúncio de um bull market mais longo.

Para já a barreira EMA200 é a etapa a vencer que anda ali nos 6.300. Essa fronteira poderá então tornar-se no suporte necessário para ganhar fôlego e furar a SMA200.

Ano de 2014 marcado pela entrada em bear market do PSI20

O ano de 2014, que está quase a encerrar, ditou, até agora, uma desvalorização de cerca de 26%. Se em 2013 esteve em destaque, este ano foi uma das praças mundiais mais castigadas.

Em Abril de 2014 o PSI20 interrompeu um bull market iniciado em 2012. E o acontecimento que coincidiu com esta inversão foi o fim do programa de resgate da troika. Desde essa altura que o PSI20 vem registando 8 velas vermelhas consecutivas.

Os investidores aproveitaram para fazer mais valias. Uma das cotadas que mais valorizou foi a Mota Engil que desde 2012 subiu de 1€ até 6€ em 2014, ou seja 600% de mais valia. Depois destas subidas enormes é natural uma correção.

Até agora os sectores da banca, retalho, construção e telecomunicações foram os mais penalizados. Escaparam o papel, a energia e distribuição. A PT e a Jerónimo Martins sobressaem pela negativa enquanto que os CTT é mesmo o título mais imune e que mais valorizou, pelo menos até agora.

Ao nível técnico é de salientar que o importante indicador RSI continua a descer no mensal e abaixo da MA9, portanto é possível que o PSI20 atinja mesmo novos mínimos.

PSI20 caminha para novo mínimo de 3 anos



O PSI20 está quase a fazer o "reset" ao bull iniciado em 2012, interrompido em Abril deste ano, e encaminhando-se para a possibilidade de realizar novo mínimo de 3 anos devido à tendência descendente.

Aguarda-se pelos resultados do 3º trimestre das cotadas que poderão ajudar a esclarecer alguma coisa quanto ao rumo do PSI20, uma vez que os indicadores da Zona Euro têm mostrado abrandamento económico. Também os testes de stress da banca a divulgar dia 26 deste mês (domingo à tarde) são aguardados com alguma espectativa.

Caso haja algum "chumbo" nos testes de stress por parte de algum banco, após a prova do BCE, haverá um prazo de seis ou nove meses para se preencher quaisquer falhas de capital. O rácio de capital Common Equity Tier 1" (CET1) mínimo exigido pelo BCE é de 8% no cenário base e de 5,5% no cenário adverso.

O índice de volatilidade VIX atingiu nesta semana máximos de 2 anos. Em sete dias e até 15 de Outubro os fundos norte-americanos que investem em ações retiraram 1,3 mil milhões de dólares do mercado de ações da Europa. E isso sentiu-se no PSI20 com quedas abruptas. Não se sabe se o período de correções terminou ou se irá prosseguir.

Desde 1992 que não acontecia algo do género. Um dos factores que mais abalou a confiança dos investidores terá sido a falta de crescimento na Europa e o anúncio de revisões em baixa para o PIB de vários países da Zona Euro. O risco de deflacção também paira no ar. Para além disso o vírus do ébola também está a ser encarado com apreensão nos mercados.

PSI20 análise mensal (30 Set 2014)



O PSI20 encerrou o mês de setembro com mais uma vela vermelha. Mantém-se a tendência de correcção pelo sexto mês consecutivo. No gráfico mensal a vela de agosto sugeria uma "morning star" mas tal não se confirmou, pelo menos por enquanto. Verificou-se antes um falso "breakout".

As velas continuam abaixo das médias móveis "MA10" e "MA20", e o "RSI" mantém-se inferior a 50 e abaixo da "MA9" o que perspectiva pouca força dos touros. Para além disso há que ter em conta que o "death cross" ocorrido entre Abril e Maio inverteu as médias móveis fazendo prever tendência negativa no médio e longo prazo. Há que aguardar pela estabilização num suporte fiável. Para já a "Banda de Bollinger" mínima indica um valor nos 5.200 pontos.

O poder da MA20, por Olivier Velez



O famoso analista Olivier Velez refere neste vídeo a importância da média móvel "MA20" no comportamento dos mercados. Tanto pode servir de resistência como de suporte, consoante a tendência do movimento.

Jerónimo Martins continua em bear market (set 2014)



A Jerónimo Martins continua o processo de "bear market" iniciado em Maio de 2013 quando efectuou uma "shooting star" precedida de uma enorme vela verde. A cotação já caiu 50% indo dos 18€ aos 9€.

Para entrar na cotada aconselha-se posições curtas uma vez que a "death cross" fez com que as médias móveis ficassem todas invertidas. No gráfico semanal a "MA10" e "MA20" continuam a servir de resistência.

A "LTD" continua bem evidente por isso há que esperar por um "breakout" para quem quiser entrar em modo longo.

A importância de usar vários timeframes

Investir em bolsa exige alguma perspicácia a paciência. É necessário analisar gráficos para escolher o melhor ponto de entrada e saída. Mas qual o melhor gráfico para se entrar numa posição curta ou longa? O diário, o semanal ou o mensal? Um dos "puzzles" mais difíceis de decifrar em bolsa são as divergências entre os diversos timeframes. Por exemplo um gráfico diário pode indicar subida, mas se formos a ver o semanal as coisas podem ser diferentes.

Por sua vez, o semanal pode indicar subida mas o mensal indicar descida. E vice-versa. Para se entrar em modo longo há que ter em conta os timeframses semanais e mensais. Para posições curtas a relação entre o gráfico de 30 minutos e o diário é fundamental. Saber analisar e esperar pelo melhor momento analisando os vários timeframes é uma tarefa que exige disciplina e método. Quem negoceia em bolsa com base apenas num timeframe corre o risco de cair em ratoeiras.
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